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Tuesday, March 28, 2006

Carta aberta ao diretor da ISTOÉ

 

 

"ISTOÉ, pelo jeito, não quer afligir mais ninguém, principalmente os poderosos. Deve ser por isso que a ISTOÉ desta semana consegue o milagre de produzir uma matéria sobre o caseiro Nildo, aquele que viu as bandalheiras da "República de Ribeirão Preto", sem citar uma única vez o santo nome de Antonio Palocci.

 

E discorre sobre a vergonhosa quebra de sigilo do caseiro omitindo acintosamente o nome do assessor de imprensa Marcelo Netto, um dos suspeitos de envolvimento no crime.

 

Reclamo porque fui eu que escrevi a matéria, e nela constavam os dois nomes – Palocci e Marcelo. Meu texto foi lipoaspirado, desintoxicado dos nomes do ministro e do assessor, e assim publicado. Por isso, recusei assinar a matéria ."

 

O trecho acima é de carta assinada pelo jornalista Luiz Cláudio Cunha, editor de Política da sucursal de Brasília da ISTOÉ, enviada a Carlos José Marques, diretor-editorial da revista, e publicada pelo site do Observatório da Imprensa.

 

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1 comment:

dwainmiller4032567503 said...

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