shared items

Tuesday, September 27, 2005

FUTEBOL

FUTEBOL

Eu me sinto uma idiota SONINHA
COLUNISTA DA FOLHA

De repente, tornou-se (mais) ridícula a discussão em torno do que Edilson de Carvalho teria dito a Sebá: "gringo de m...", "vai se f..." ou "vai jogar, porra" (versões apresentadas à imprensa). Não, o estádio não é um convento e eu não sou propriamente uma moça recatada, mas fico espantada com a tranqüilidade com que os advogados debatem as frases acima. E acho que o árbitro não deveria se dirigir aos jogadores com nenhuma delas. E o código disciplinar também acha, tanto que prevê 60 dias de gancho por "ofensa moral".
Ora, as ofensas e a moral... O que dizer agora, diante das arbitragens vendidas? Me sinto idiota por citar a falibilidade humana, por achar que os erros eram "só" questão de ruindade, ou por invocar o princípio segundo o qual todos são inocentes até prova em contrário (do qual não pretendo abrir mão, apesar da raiva).
O alcance do estrago causado pelo juiz corrupto e seus corruptores é difícil de ser medido. Em campo, jogadores e técnicos são meros fantoches, manipulados sem saber pelos roteiristas de uma ficção. Treinam, se esforçam, quebram a cabeça para resolver seus problemas no jogo, tudo em vão. Chegam em casa abatidos; às vezes, ficam fora do jogo seguinte -são expulsos como parte do acordo. Os torcedores saem felizes à toa- ou arrasados, agüentando uma semana de gozações por uma (falsa) derrota humilhante.
A imprensa esportiva comenta a farsa como se fosse verdade -analisa o desempenho individual, a tática adotada, as estatísticas do jogo, e até registra que o juiz foi muito mal. Sem jamais imaginar que sair escoltado de campo -por prejudicar acintosamente o mandante- era uma promessa, não uma fatalidade.
Edílson tinha uma propensão à fraude, como se viu no caso do diploma falso de ensino médio. Que não foi suficiente para criar entraves à sua ascensão na carreira. Enquanto isso, juízes honestos penam nas terceiras divisões, sem ver chances de chegar à elite.
Como evitar que coisas assim aconteçam? Como no governo e nos partidos, não se pode pretender que todos os indivíduos sejam honestos; é preciso criar e aperfeiçoar continuamente mecanismos de controle. Joseph Blatter acredita que pagar muito bem aos árbitros resolveria. Duvido. Há exemplos históricos nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário (aqui e no mundo) de que a ambição humana não tem limites. Há quem faça qualquer coisa por dinheiro, mesmo já tendo muito -como os covardes apostadores que "contrataram" os juízes.
O que fazer agora? Como na política, não se pode culpar a todos indiscriminadamente, nem ignorar as regras ou desistir das instituições. É preciso investigar com seriedade e punir com correção. Oportunistas hão de querer a revisão até da Copa-50, mas calma. O que tiver de ser anulado, alterado, refeito, que seja, embora nada possa corrigir completamente o passado. E que este seja um momento de aperfeiçoamento do futebol brasileiro, não pretexto para uma nova onda de avacalhação.

Monday, September 26, 2005

Ficar no PT, para quê? Milton Temer*

jb

A partir do Planalto e de seus aliados, a teoria já virou ladainha. Os meios de comunicação estariam em campanha ferrenha, permanente, a serviço das ''elites'', visando desestabilizar o PT e o governo Lula. Um ódio de classe incontido não cessaria de ameaçar esse ''filho do caos social'', na classificação do sempre bem intencionado Leonardo Boff, em seu artigo da última sexta-feira.

O lamentável, para a maior parte dos que levaram Lula à Presidência da República, é que isto não representa uma pitada mínima de verdade. Pelo contrário. Basta atentar para a generosidade da Rede Globo na divulgação extensa de qualquer inexpressivo evento a portas fechadas - para o, antes, abominável patronato, ou para a pelegada escolhida a dedo - em que o presidente cante loas à sua guinada ao neoliberalismo.

Para que houvesse racionalidade na denúncia sobre a conspiração que saudosistas do PT, modelo anos 80, insistem em propagar, algumas premissas teriam que ser contempladas. Seria necessário que o citado filho do caos social, chegado aos palácios, não tivesse recuado de uma prometida reforma agrária, para privilegiar o predador agronegócio. Seria necessário que tivesse implementado uma vigorosa reforma tributária fundada no critério da progressividade; aliviando os que vivem do salário, e transferindo para os especuladores do mercado, hoje quase isentos, o peso maior da cobrança de impostos. Seria necessário que tivesse posto em prática espaços de controle social direto, sobre o aparelho do Estado e sobre os meios de produção dele dependentes, ou dele concessionários. Seria necessário que tivesse tido a ousadia de enfrentar os grandes agiotas internacionais, e não se submetesse ao papel vil de garantir pagamentos dos juros incessantes e crescentes, de uma dívida ilegal, porque nunca auditorada, como exigia a Constituição de 88. Seria necessário que tivesse interrompido, ao invés de aprofundar, o desmonte do Estado social, promovido pelo mandarinato tucano-pefelista de FHC. Seria necessário, enfim, que não fosse patrono da lei de falência exigida pelos banqueiros, nem da lei dos transgênicos que legalizou autores de crimes ambientais.

O que a brava intelectualidade aprisionada ao mito do ''líder popular carismático'' tem que atentar é para o fato de, a não ser novidade o conjunto de irregularidades trazidas à luz no governo Lula, isto não o inocenta. Pelo contrário, incrimina-o com agravante. Lula e o PT não vieram para diminuir a intensidade do tradicional mal fazer da coisa pública. Foram eleitos exatamente para o oposto. Se traíram tal premissa, traíram suas histórias e não merecem comiseração porque, com a sua chegada ao poder ''depois de séculos de marginalização e exclusão das classes populares'', nas palavras do bravo Leonardo Boff, o que conseguiram foi restaurar a prepotência dos representantes das classes opressoras. Foi dar a eles uma aura de moralidade que nunca correspondeu ao papel realmente desempenhado por eles na história do Congresso.

O PT não é uma igreja, nem a ação política pode ser vista como dogma religioso, em que só um é dono da verdade. O partido não merece extrema unção, como, aliás, sugeriu o próprio Leonardo Boff, em artigo anterior, aqui publicado, porque não vai morrer. Mas pela composição de seu novo diretório nacional, deixou claro que apenas mudou. Confirmando que a guinada doutrinária tem forte suporte interno. O partido socialista virou partido neolulista.

Há, portanto, outras expressões da esquerda manifestando-se em siglas distintas. Com visões táticas diferentes, é possível, mas com avaliações idênticas dos objetivos estratégicos. A última ocupação da simbólica Rio Branco, no Rio de Janeiro, foi prova disso. Do decano PCB ao recém-legalizado PSOL, em parceria fraterna com o PDT e o PSTU, estavam lá os estudantes e trabalhadores não vulneráveis aos fascínios materiais da cooptação oficial. Estavam lá, enfim, os que votaram em Lula e se viram traídos pela guinada neoliberal, mas que não enrolaram as bandeiras de suas utopias.

Se comiseração carece, é para os filhos do caos social que continuam, por conta da manutenção da política neoliberal, chafurdados na desigualdade social agravada pelo modelo macroeconômico que Henrique Meirelles e Palocci implementam, blindados pelo aval de Lula.

Sunday, September 25, 2005

Querem blindar a pizzaria Elio Gaspari


Querem blindar a pizzaria

Congresso do mensalão. Não vai prender nenhum ladrão." (Grito de manifestantes na galeria da Câmara dos Deputados.) "Eu xinguei primeiro. Chamei ele de ladrão e bandido, que merecia estar na mesma cela que o Maluf. Eu o xinguei como cidadão que paga impostos altos". (Explicação do representante comercial Geraldo à repórter Monica Bergamo. Ele trocou tapas com o ex-prefeito Celso Pitta numa padaria de São Paulo.)

Tem gente no mundo da Lua, onde a rua não ronca. Circula no Congresso uma trapaça destinada a esterilizar a lei que impedirá a transferência de dinheiro da Viúva e do tempo dos contribuintes para partidos sem votos. Enquanto a escumalha briga para evitar que assem uma pizza, deputados de todos os partidos trabalham para blindar a pizzaria.

A leitura do próximo parágrafo, muito chato, exige uma dose de patriotismo:

Em 1995, o Congresso votou uma lei pela qual a partir da eleição de 2006 os partidos só teriam acesso a recursos públicos e aos programas eleitorais gratuitos se preenchessem duas condições. Precisariam conseguir 2% dos votos válidos em pelo menos nove estados e, na soma de todos os seus votos, deveriam ter mais de 5% do eleitorado nacional. Coisa de cinco milhões de votos. Em 2002, nove dos 28 partidos existentes conseguiram saltar esse obstáculo. Os 2% exigidos em um terço dos estados equivalem a 180 mil votos no Rio, ou 36 mil em Alagoas. Grosseiramente, é o que precisa um candidato para se eleger deputado federal à própria custa.

Sobreviveriam ao rebaixamento sete ou oito dos 15 partidos com representação na Câmara de hoje. Estão na zona de perigo as siglas do PCdoB, o PPS e o Partido Verde. Fazem companhia ao PTB e ao PL, cujas bancadas praticamente dobraram durante a vigência do mensalão. Seus presidentes, Valdemar Costa Neto e Roberto Jefferson ficaram sem mandato e deixaram o Parlamento levando consigo histórias de grandes traficâncias.

A lei do rebaixamento deu todo o tempo do mundo aos partidos para buscar eleitores. Realizaram-se duas eleições e o jogo só começa depois da terceira, no ano que vem. Quem não passar pelas barreiras mantém o registro e os mandatos. Os partidos continuam existindo e podem ir buscar mais votos em 2010.

O rebaixamento implica perda de algumas prerrogativas físicas e regimentais na Câmara dos Deputados, mas essa parte dói menos. O que os partidos não querem perder é o acesso ao dinheiro do Fundo Partidário, bem como a audiência dos programas gratuitos de rádio e televisão. Quem passa pelas duas barreiras partilha 99% dos recursos do Fundo (R$ 121 milhões neste ano). Quem atola racha 1% da verba, o que pode significar um trocado de R$ 30 mil para cada sigla.

Estabelece-se também uma diferença na duração dos programas eleitorais partidários, como esses que têm aparecido no horário nobre. Hoje cada partido com representação parlamentar ganha um espaço semestral de 20 minutos, mais 80 minutos anuais para breves inserções publicitárias. Quem cair no rebaixamento ficará com quatro minutos anuais, mais nada.

Se o mensalão teve força para transformar o PL, com 26 deputados produzidos pelas urnas, na sexta bancada da Câmara, com 48 cadeiras, deve-se dar aos eleitores o direito de julgá-lo. A principal manobra destinada a esterilizar a lei do rebaixamento é a invenção de uma figura chamada federação de partidos. Juntam-se o PTB e o PL. Fulanizando: o instinto de sobrevivência junta Roberto Jefferson e Valdemar Costa Neto, eles armam uma federação, ganham acesso ao dinheiro público, ao tempo de TV e dividem-no irmãmente. Dificilmente dividirão outros benefícios mas essa é outra história.

Uma armação subsidiária tenta baixar a altura dos obstáculos. A manobra tem simpatias em todos os partidos. Lula diz que "o Brasil precisa corrigir as distorções do seu sistema partidário eleitoral, fazendo urgentemente a tão sonhada reforma política." O Brasil precisa, mas Lula e seu PT namoram o apoio parlamentar que poderá resultar da blindagem da pizzaria.

Política estraga o futebol, mas o futebol não estraga a política. Com zona de rebaixamento o Congresso melhora, como melhorou o Brasileirão.

Brinde dominical

Para quem tem alguma familiaridade com o inglês, acesso à internet e pensa em fichar sua biblioteca. Faz sucesso um sítio que recebe o título de um livro, busca-o na Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, captura sua ficha e joga-a no arquivo do freguês. Chama-se librarything.com e foi criado por Tim Spalding, um micreiro americano com os pés na cultura clássica.

Está na versão Beta (com os riscos que isso significa) e sai de graça para quem quer catalogar até 200 livros. Para bibliotecas maiores, cobra US$ 10 pelo uso ilimitado do instrumento. Em menos de um mês, o librarything juntou quatro mil usuários que ficharam 177 mil livros. Ganhou reportagem no "The Guardian" e a previsão de que alguém vai ganhar dinheiro com esse negócio. Se não for Spalding, será outra pessoa.

A Biblioteca do Congresso é um colosso. Seu catálogo tem 28 milhões de livros em 470 idiomas. Por exemplo: 18 títulos de Fernando Gabeira . (Para quem quiser sapear, um aviso: o instrumento de busca não aceita acentos nem cedilhas.)

TeleLula

A Telemar contou que comprou uma participação de R$ 2,5 milhões na empresa Gamecorp, que tem Fábio Lula da Silva como sócio, sem saber que o filho do presidente estava no negócio.

Tudo bem, mas Daniel Dantas revelou que a Brasil Telecom negociou com Fábio, cacifou despesas na sua viagem ao Japão e não foi na bola porque achou o preço caro. Mais: Lula disse que recomendou ao filho que não se tornasse sócio de Dantas. Quem foi escalado para paspalho, a Telemar ou a choldra?

Boa educação

Pode não dar em nada, mas há uma boa costura para que Lula se encontre com um grão tucano, daqueles que ninguém esperaria gesto semelhante.

Visão

Um sábio que já viu de tudo assegura: "Essa crise durará até janeiro de 2007, quando começará o novo mandato presidencial. No início do ano que vem, o PFL iniciará os procedimentos regimentais e propagandísticos para buscar o impedimento de Lula. Sabem que ele não será derrubado, mas querem criar uma figura inédita na história brasileira, a do presidente que busca a reeleição com o cão do impedimento latindo nos seus calcanhares."

Aviso amigo

Alguém precisa dizer ao "Nosso Guia" que a parolagem do governo diante do assassinato da missionária americana Dorothy Stang, em fevereiro passado, pode se transformar num espinho durante a passagem de George Bush por Brasília, em novembro.

Em 1977, dois missionários americanos espancados numa cadeia de Recife azedaram a passagem da mulher do presidente Jimmy Carter pelo Brasil. Bush viaja com mais de cem jornalistas pouco interessados em cobrir um almoço-companheiro na Granja do Torto.

Hábeas Caixa

O senador Eduardo Azeredo, presidente do PSDB, foi constrangedoramente vaiado numa cerimônia que reunia ambientalistas em Belo Horizonte. Era uma ocasião festiva e desembestou quando o nome do doutor foi anunciado. O tucanato acha que recebeu do padre eterno um hábeas caixa dois.

Friday, September 23, 2005

Clipping 23 de setembro

Clipping de Hoje
 
 
 Correio Braziliense
  PT SAI DA DISPUTA. LULA IMPÕE ALDO
  O furacão Jeany…
  Lula veta aumento linear para servidor do Executivo
 Folha de S. Paulo
  PRESIDENTE DE CONSELHO QUER ABSOLVIÇÃO DE 5 DEPUTADOS
  BC acredita que inflação ficará abaixo da meta
  Câmara elege novo presidente na 4ª; já há 10 candidatos
  STF cassa o casal Capiberibe por compra de votos
 Jornal de Brasília
  Ponto do Servidor - Dinheiro extra para saúde e educação
 Jornal do Brasil
  DANTAS FINANCIOU MENSALÃO
  Banco Central indica juros menores
  Federais identificam sete policiais ladrões
  Furacão atinge a economia
 O Estado de S. Paulo
  VETOS DE LULA IRRITAM GOVERNADORES E PREFEITOS
  Governo desiste de petista e apóia Aldo na Câmara
  Banqueira diz que Valério era facilitador
  Ata do Copom eleva previsão de corte nos juros
  Rita muda de rumo e vai para áreas devastadas
 O Globo
  ELEIÇÃO DE 2006 TUMULTUA A SUCESSÃO DE SEVERINO
  Delegado da PF: não há xerox de notas
  BC prevê novos cortes de juros
  Taxa de desemprego estaciona mas renda do trabalho sobe
  Champanhe e damasco na prisão dos Maluf
  Pont sobe e ameaça lugar de Pomar no PT
  TRE mantém cassaçãode Campista
 Valor Econômico
  BRASIL QUER ATRAIR O CAPITAL EXTERNO PARA TÍTULO PÚBLICO
  Mineração ganha força na Bahia
  Estrangeiros podem sair do saneamento
  Preço sobe menos do campo ao varejo
     
 Colunas
  Ancelmo Gois - Sai de baixo! (O Globo)
  Ari Cunha - Poderio e maldade (Correio Braziliense)
  Brasil - As receitas crescem e as despesas também (Valor Econômico)
  Brasil S.A - Impasse nas CPIs (Correio Braziliense)
  Brasília-DF - Entre a cruz e a caldeira (Correio Braziliense)
  Celso Ming - O Copom e seus camelos (O Estado de S. Paulo)
  Clóvis Rossi - Chances, só para os amigos (Folha de S. Paulo)
  Dora Kramer - A última ceia dos cardeais (O Estado de S. Paulo)
  Eliane Cantanhede - Os breves (Folha de S. Paulo)
  Gilberto Amaral - Quem vai (Jornal do Brasil)
  Informe JB - Por que todos querem o apoio de Lula? (Jornal do Brasil)
  Luís Nassif - A visão múltipla da economia (Folha de S. Paulo)
  Luiz Garcia - Ascensão e queda severina (O Globo)
  Márcia Peltier - Unanimidade (Jornal do Brasil)
  Mercado Aberto - Shoppings crescem acima do PIB (Folha de S. Paulo)
  Merval Pereira - O paradoxo petista (O Globo)
  Míriam Leitão - A queda continua (O Globo)
  Mónica Bérgamo - O PIB E O MEC (Folha de S. Paulo)
  Painel - Jogada ensaiada 1 (Folha de S. Paulo)
  Política - Abstenção abre porta ao chavismo (Valor Econômico)
  Ponto do Servidor - Recursos do fundo (Jornal de Brasília)
  Ricardo Boechat - Barba, cabelo... (Jornal do Brasil)
  Sônia Racy - Investimentos Diretos de Estrangeiros estão mais fracos (O Estado de S. Paulo)
  Tereza Cruvinel - Pista para o valerioduto (O Globo)
 Política
  2006 EMBOLA TUDO NA CÂMARA (O Globo)
  Aldo, o nome do Planalto (Correio Braziliense)
  GOVERNO AGORA INVESTE EM ALDO (Jornal do Brasil)
  PRESIDENTE DE CONSELHO QUER ARQUIVAMENTO DE 5 PROCESSOS (Folha de S. Paulo)
  VETO DE LULA NA LDO COMPLICA FINANÇAS DE ESTADOS EM 2006 (O Estado de S. Paulo)
  Governo desiste de candidatura petista e tenta emplacar Aldo (O Estado de S. Paulo)
  PF rastreia Duda lá fora (Correio Braziliense)
  "Lula comete um erro atrás do outro", diz Aécio (Folha de S. Paulo)
  'Elitezinha' acusada por Severino tem 60 deputados (O Estado de S. Paulo)
  "Valério era um facilitador" (Correio Braziliense)
  A temida agenda de Jeany (Correio Braziliense)
  Adiada acareação entre Waldomiro e Cachoeira (O Estado de S. Paulo)
  Adversários de Pomar tentam anular urnas em São Paulo (Folha de S. Paulo)
  Agora, aposentadoria contra cassação (O Globo)
  Ala governista do PMDB trabalha contra a candidatura de Temer (O Globo)
  Auditorias vão ajudar trabalho de CPIs (O Globo)
  Base aliada aposta em Aldo Rebelo (Gazeta Mercantil)
  Batata assume a baga e se diz mais avançado que o antecedor (O Estado de S. Paulo)
  Batata assume no lugar de Severino e ataca o PT (Folha de S. Paulo)
  Berzoini busca centro para tentar maioria (O Estado de S. Paulo)
  Birigüi confirma transações de US$ 161 mi (Folha de S. Paulo)
  Blitz da PF constata regalias na prisão (Folha de S. Paulo)
  Câmara marca eleição para quarta-feira (O Estado de S. Paulo)
  Campo enfrentará 2.º turno em 8 Estados (O Estado de S. Paulo)
  Campos: nova eleição à vista (Jornal do Brasil)
  Cassação dos Capiberibe sinaliza mais rigidez do TSE (Valor Econômico)
  Chinaglia retira candidatura e PT apóia Aldo (Folha de S. Paulo)
  Chinaglia retira candidatura e PT apóia Aldo (Folha de S. Paulo)
  Conversa fiada (Correio Braziliense)
  Corregedoria não encontra quatro acusados do mensalão (Jornal do Brasil)
  Correios interrompem contrato com SMP&B (O Globo)
  Correios teve prejuízo de R$ 64 milhões (Valor Econômico)
  CPI dos Correios volta às origens e reconvoca Marinho (O Estado de S. Paulo)
  Dario Messer já foi envolvido em escândalos (O Globo)
  Depoimento de Dantas dá margem a mais suspeitas (Gazeta Mercantil)
  Deputados têm mais dez dias para decidir renúncia (O Globo)
  Desaprovação de Lula está estável há 4 semanas, diz Secom (Valor Econômico)
  Dia de mudança (Correio Braziliense)
  Dirceu mostra força e indica Chinaglia (Gazeta Mercantil)
  Disputa começou na compra da CRT (Correio Braziliense)
  Duas pontes são incendiadas em RR (Folha de S. Paulo)
  É "anormal" usar banco para pagar caixa 2, diz Rural (Folha de S. Paulo)
  Eleição na Câmara terá novas regras (Folha de S. Paulo)
  Eleição no PT ainda indefinida (Jornal do Brasil)
  Empresa rastreará contas em paraísos fiscais (O Globo)
  Esquerda exige programa para dar apoio a Nonô (O Estado de S. Paulo)
  Ex-prefeito acusa delegado de "suborno" (Folha de S. Paulo)
  Família já faz campanha pela eleição de Severino (Jornal do Brasil)
  Festa de Virgílio Guimarães (Correio Braziliense)
  Fundos de pensão contestam depoimento de Daniel Dantas (O Estado de S. Paulo)
  Governadores dizem que exigirão cumprimento da lei (O Estado de S. Paulo)
  Governadores reagem a vetos de Lula (Jornal do Brasil)
  Governo agora investe em Aldo (Jornal do Brasil)
  Imagens da TV ajudarão a avaliar se houve violência contra estudantes (O Estado de S. Paulo)
  Impacto de juro em gasto público é omitido (Folha de S. Paulo)
  Integrantes da Mesa tentam subir de cargo (O Globo)
  Jeane fez festa para Virgílio em fevereiro (O Globo)
  Jeany Corner diz à PF que não conhece Valério (O Estado de S. Paulo)
  Jeany Corner entrega agenda de telefones em depoimento à PF (Folha de S. Paulo)
  Liminar deu sobrevida de mais de 1 ano a mandatos (O Estado de S. Paulo)
  Lula diz que votará no segundo turno para "valorizar processo" (Gazeta Mercantil)
  Lula sanciona a LDO com 23 vetos (O Globo)
  Lula sanciona LDO e veta renegociação das dívidas do setor rural e reajuste a servidor (Valor Econômico)
  Lula veta reajuste de servidores pelo PIB (Jornal de Brasília)
  Maluf acusa delegado (Jornal do Brasil)
  Na PF, damasco e champagne para Maluf (O Globo)
  No Rio, mil fazem passeata contra o governo (O Estado de S. Paulo)
  Nome da crise é Lula, afirma Bornhausen (Folha de S. Paulo)
  Nonô afirma rejeitar impeachment (Folha de S. Paulo)
  Novo corte na educação (Correio Braziliense)
  Oposição ameaça obstruir comissão (O Estado de S. Paulo)
  Parlamentares lançam código de ética em Brasília (O Globo)
  Planalto pressiona Chinaglia a renunciar por frente contra Nonô (Valor Econômico)
  Polícia Federal investigará Duda nos EUA (Folha de S. Paulo)
  Polícia recebe agenda de Jeany (Jornal do Brasil)
  Pont é radical oposicionista da atual política de alianças (Valor Econômico)
  Pont se aproxima de Pomar na disputa no PT (O Globo)
  Ponte queimada em RR (Correio Braziliense)
  Prefeitura tenta reaver dinheiro em Jersey (Folha de S. Paulo)
  PT compreendeu momento político, diz Aldo (Folha de S. Paulo)
  PT sofre a segunda baixa na Câmara depois da crise (Gazeta Mercantil)
  Recebimento de atas atrasa apuração, diz PT (O Globo)
  Recife tem a eleição mais tumultuada entre as capitais (Valor Econômico)
  Reforma da Previdência desgastou ex-ministro (Valor Econômico)
  Renan critica pouca verba para campanha pelo desarmamento (O Globo)
  Renan quebra tradição e se envolve na disputa (O Estado de S. Paulo)
  Renda cresce e taxa de desemprego fica estável (Correio Braziliense)
  Sem consenso, Lula lança seu próprio Severino (Folha de S. Paulo)
  Serra diz querer deixar presidência do PSDB até 2006 (Folha de S. Paulo)
  Severino de volta à luta (Correio Braziliense)
  Severino faz cirurgia em Brasília (Folha de S. Paulo)
  Severino muda de casa e já arma campanha de 2006 (O Estado de S. Paulo)
  Severino nega manobra pró-PFL (Valor Econômico)
  Severino recebeu oferta de suborno, diz petista (O Estado de S. Paulo)
  SMPB contesta o TCU e diz que contrato é legal (Folha de S. Paulo)
  STF cassa deputada e senador Capiberibe (O Estado de S. Paulo)
  STF confirma cassação de senador e deputada do AP (Folha de S. Paulo)
  STF ratifica cassação de casal Capiberibe (Gazeta Mercantil)
  STF ratifica cassação dos Capiberibe (O Globo)
  TCU vê indícios de irregularidades em 81 obras federais (O Globo)
  Timóteo pede desculpas por "explosão" na PF (Folha de S. Paulo)
  TRE mantém cassação do prefeito de Campos (O Globo)
  Troca-troca de legendas no DF (Correio Braziliense)
  Valério era facilitador de negócios, diz dona do Rural (O Estado de S. Paulo)
  Valério era um facilitador, afirma banqueira (O Globo)
  Vetos de Lula geram atrito com Congresso (Folha de S. Paulo)
  Vitória em 15 Estados reforça Berzoini (Valor Econômico)
 Economia
  TESOURO QUER ATRAIR ESTRANGEIROS (Valor Econômico)
  Bahia atrai novos projetos no valor de R$ 200 milhões (Valor Econômico)
  'A conta era minha, mas o dinheiro era do Maluf' (O Estado de S. Paulo)
  'Barril de pólvora' à expansão mundial (Jornal do Brasil)
  Aneel quer disciplinar corte de inadimplentes (Valor Econômico)
  Após reajustes, diesel sobe 10% e gasolina, 8,3% (Folha de S. Paulo)
  Argentina já retém 700 mil calçados (Folha de S. Paulo)
  Ata sinaliza corte de 0,5 ponto (O Estado de S. Paulo)
  Aumento do álcool em São Paulo foi de 20,11% (O Estado de S. Paulo)
  Bancários param agências de Rio e DF por 24 horas por reajuste salarial (O Globo)
  Bancos driblam IR de 15% no juro de bônus em reais (Valor Econômico)
  Bancos mantêm planos, apesar da crise política (Valor Econômico)
  BC já prevê inflação anual abaixo da meta (Folha de S. Paulo)
  BC já prevê que inflação ficará abaixo da meta (O Globo)
  Bird dará menos verba e mais ajuda técnica (O Estado de S. Paulo)
  Bovespa cai com realização de lucros (Folha de S. Paulo)
  Brasil ameaça EUA com retaliação (O Estado de S. Paulo)
  Brasil continua pouco competitivo (Correio Braziliense)
  Brasil não evolui em competitividade (Folha de S. Paulo)
  Brasil quer retaliar produtos dos EUA (Folha de S. Paulo)
  Brasil se mantém pouco competitivo (Jornal do Brasil)
  Calçadistas pedem que governo retalie Argentina (Valor Econômico)
  Captação em reais é 'divisor de águas', diz JP Morgan (Valor Econômico)
  Cautela ainda excessiva inquieta economistas (Valor Econômico)
  Copom exagerou na dose, diz economista (Folha de S. Paulo)
  Correios encerram greve com prejuízo de R$ 20 milhões por dia (Folha de S. Paulo)
  Correios: greve chega ao fim em todos os estados (O Globo)
  Depois de recordes, Bolsa cai e dólar sobe (O Globo)
  Desemprego estável, renda em alta (Jornal do Brasil)
  Emergentes vivem onda de elevação de "rating" (Folha de S. Paulo)
  Entre 43 países, Brasil é 39.º em competitividade (O Estado de S. Paulo)
  EUA enviarão equipes antipirataria ao Brasil (O Globo)
  EUA querem um G7 "mais representativo" (Folha de S. Paulo)
  Fiasco ronda tentativa de acordo do G-4 (Valor Econômico)
  FMI vê crescimento sustentado da África (Folha de S. Paulo)
  Fôlego de US$ 15 milhões para a Varig (Jornal do Brasil)
  Funcionários dos Correios voltam hoje ao trabalho (O Estado de S. Paulo)
  Furacão perde força e as bolsas dos EUA sobem (Valor Econômico)
  G-20 tem de ver que 'comércio é rua de mão dupla', avisa Rato (O Estado de S. Paulo)
  IBGE prevê nova queda na safra deste ano (Folha de S. Paulo)
  Ibovespa tem baixa de 0,5% (Valor Econômico)
  Inflação abaixo do centro da meta abriu o espaço para corte da Selic (Valor Econômico)
  Inflação baixa, renda em alta (O Globo)
  Inflação menor eleva renda; desemprego segue estável (Folha de S. Paulo)
  Insegurança espanta capital estrangeiro (Valor Econômico)
  Intenção de compra do brasileiro para último trimestre do ano recua (Folha de S. Paulo)
  IPCA-15 cai para 0,16% em setembro, mas exclui gasolina (O Estado de S. Paulo)
  IPCA-15 caiu para 0,16% em setembro (O Globo)
  Justiça avalia pedido Banco Santos quer trocar administrador (Folha de S. Paulo)
  Justiça manda GE devolver dinheiro à Varig (O Globo)
  Justiça manda GE devolver recebíveis e turbinas (Folha de S. Paulo)
  Levy defende prevenção pa ra ajuste global (O Estado de S. Paulo)
  MEC muda regras de crédito (Jornal do Brasil)
  Mulheres ficam com 61% das vagas criadas nos últimos 12 meses (Valor Econômico)
  Nordeste pode ter racionamento de luz em 2009 (Folha de S. Paulo)
  Nos postos, gasolina subiu mais do que o esperado (O Estado de S. Paulo)
  País ainda está entre os menos competitivos (O Globo)
  País quer retaliar os EUA (Correio Braziliense)
  Palocci vai a almoço de ministros do G-7 (O Estado de S. Paulo)
  Para Fiesp, país só ganha de outros 4 em competitividade (Valor Econômico)
  Para Giambiagi, BC deve ser motivo de orgulho (Folha de S. Paulo)
  Planalto defende "linha de crédito anticrise" (Folha de S. Paulo)
  Presidente do Banco Mundial promete combater corrupção de ricos e pobres (O Globo)
  Presidente faz 23 vetos à LDO (Outros Jornais - Folha de Londrina/PR)
  Pressão sobre a Argentina (O Globo)
  Queda na taxa de juros será lenta e gradual (Correio Braziliense)
  Renda cresce e taxa de desemprego fica estável (Correio Braziliense)
  Retaliação deve incluir propriedade intelectual (Valor Econômico)
  Setor discute como evitar novas crises do café (Folha de S. Paulo)
  Tesouro quer atrair estrangeiros (Valor Econômico)
  Varig terá dinheiro de volta (Correio Braziliense)
  Wolfowitz fala em mudar ação do Bird (Valor Econômico)
  Ata do Copom não anima mercado (O Estado de S. Paulo)
  BC prevê inflação abaixo da meta (Jornal do Brasil)
  Cai diferença de preço entre campo e varejo (Valor Econômico)
  Servidores sem reajuste (Correio Braziliense)
 Opinião
  A "doença brasileira" (Folha de S. Paulo)
  A nova guerra do Paraguai (O Globo)
  A política da inveja (Jornal do Brasil)
  Agentes do crime (Jornal do Brasil)
  Aggiornamento pela metade (O Estado de S. Paulo)
  Ainda uma vez adeus (Jornal do Brasil)
  Ainda uma vez adeus (Folha de S. Paulo)
  Ameaças aos ambientalistas (O Globo)
  As raízes do ódio (Folha de S. Paulo)
  Ata confusa derruba giro com juro futuro (Valor Econômico)
  ATRASO EDUCACIONAL (Folha de S. Paulo)
  Biodiesel é solução.Mas para quantos? (O Estado de S. Paulo)
  Bush ignorou riscos de Nova Orleans (Valor Econômico)
  Como melhorar a eficácia das compras governamentais (Valor Econômico)
  Copom antevê bonança econômica (O Estado de S. Paulo)
  Copom antevê bonança econômica (O Estado de S. Paulo)
  Correção de rota (Jornal do Brasil)
  Corrupção bíblica (Correio Braziliense)
  De temores e elogios (Correio Braziliense)
  Discurso econômico, instrumento de poder (Jornal do Brasil)
  Erros diplomáticos (O Globo)
  Eta, governo medíocre! (O Estado de S. Paulo)
  Eu digo sim ao sim (Folha de S. Paulo)
  Foro privilegiado I (Outros Jornais - Jornal de Londrina)
  MAU COMEÇO (Folha de S. Paulo)
  Mr. Opportunity (Jornal do Brasil)
  Negociações correm contra o tempo para salvar Doha (Valor Econômico)
  Os destinos paralelos de Severino e Lula (Jornal do Brasil)
  Por ficar no PT (Jornal do Brasil)
  Por uma política macroeconômica competente (Valor Econômico)
  Porto (I) (Outros Jornais - Jornal do estado/PR)
  POSTES PRIVADOS (Folha de S. Paulo)
  Que elite é essa? (Folha de S. Paulo)
  Termômetro (O Globo)
  Todos vítimas da mídia (O Estado de S. Paulo)
  Tragédia evitável (Correio Braziliense)
  Um novo estilo latino (O Estado de S. Paulo)
  Vargas e Verri (Outros Jornais - DOCUMENTO RESERVADO)
  Vizinhos do barulho (O Estado de S. Paulo)
 Internacional
  Argentina prevê que inflação continuará elevada em 2006 (Valor Econômico)
  Comércio cresce e Peru tenta privatizar portos (Valor Econômico)
  Economia se prepara para um novo impacto nos EUA (Valor Econômico)
  Para o FBI, Lennon era 'chapado' (Jornal do Brasil)
  Furacão Rita muda rota e ameaça a já castigada Louisiana (O Estado de S. Paulo)
  Rita faz o primeiro grande estrago (Jornal do Brasil)
 Geral
  PF admite não ter cópia do dinheiro roubado (O Globo)
  Promessas após morte de missionária não foram cumpridas, diz David Stang (O Globo)
  Identificados sete suspeitos de furto (Jornal do Brasil)